A carta de amor que não mandei….
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Poderia ser esta mais uma das minhas “cartas de amor ridiculas” que ninguem vai lê, e que daqui a um tempo eu vou rir muito dela…como sempre faço… por isso, importante escrevê-la agora:
o tempo vai passando e a gente se acostuma a perder…Perde-se o tempo, as chances, preferencias,
manias, costumes…e é  deixando uma porção de coisas pra trás que a gente aprende a viver…
 Acho que já te disse que ninguem é feliz aos vintes anos, pq aos vintes anos a gente ainda não aprendeu  como amar, nao aprendeu a aceitar um não com a cabeça erguida, nao se compreende  que nem todo o amor do mundo é suficiente, que nem todas as aventuras sejam compartilhadas com a mesma intensidade. E só por isso o amor nao vale a pena?
Eu sei que nao sou a pessoa certa, e tambem nem nunca quis ser…as pessoas erradas fazem mais felizes, mesmo que por um segundo. Sei tambem que aos poucos eu estou te esquecendo, estou convencida de que realmente a falta por não estarmos juntos é menos dolorosa de que a falta que eu sentia de vc, com vc, e que tanto te cobrava. Por isso o tempo, as vezes, é um bom companheiro…As lembranças é a pior parte, estou aos poucos apagando as fotografias, as conversas pelo msn, as mensagens de celular, as musicas que eu sei que vc gosta, dispensando narguilê,  e até evitando comer macarrão, que além de engordar,  é a sua kra (rs)!
.Eu te falei que cuidaria do que sobrou da gente, mas isso ta sendo um esforço enorme, pq da maneira adulta que finjimos reagir, faz com que todo o meu ciume se transforme rapidamente em raiva, decepção, sei lá…uma coisa que não me deixa mais chorar (talvez esteja anestesiada, rs), uma coisa que me faz querer acreditar que nao era amor, era costume… será que eu fantasiei tanto o amor?
Começo a levar a minha vida, readptando-a. É meio estranho, mas é possivel…é complicado , mas eu finjo ser esperta…é devegar, e eu nao sei ser paciente.”Cuida de mim , enquanto não me esqueço de você?”

